A ascensão do entretenimento digital: por que as pessoas buscam experiências imersivas online

Por BuildBase

13 de janeiro de 2026

O entretenimento digital deixou de ser “conteúdo para assistir” e virou “experiência para viver”.

Isso acontece porque a internet, o mobile e as plataformas sociais criaram um ambiente em que o usuário não só consome, mas participa, reage e constrói identidade em torno do que acompanha.

Essa mudança não é abstrata. 

Em 2024, o Brasil apareceu entre os países que mais passavam tempo online: 9h13 por dia em média, segundo a DataReportal

Esse volume de tempo é o combustível perfeito para modelos de entretenimento que competem por atenção com progressão, recompensas e interação social.

Gamificação como motor do engajamento digital

A gamificação virou padrão porque resolve um problema central da economia da atenção: manter o usuário ativo. 

Em vez de consumo passivo, entra a lógica de “progresso”. 

Missões, desafios, recompensas, níveis e rankings criam um ciclo de retorno: o usuário volta para concluir algo.

Esse tipo de lógica nasceu nos videogames, mas se espalhou para tudo, do streaming ao e-commerce. 

E não é coincidência que o mercado de games continue gigante: estimativas da Newzoo apontam que o mercado global de jogos deve gerar US$ 187,7 bilhões em 2024

Interatividade: o fim do entretenimento passivo

O que torna o entretenimento digital tão “imersivo” não é só tecnologia, é agência. 

Lives com chat, streams, multiplayer e formatos de conteúdo que respondem ao usuário elevam a sensação de presença e pertencimento.

Isso tem um efeito direto na retenção e recorrência: quando a pessoa participa, ela se envolve mais.

E essa participação acontece muito pelas redes.

O Brasil, por exemplo, está entre os países que mais passam tempo em redes sociais: São em média, 3h37 por dia.

Economia da atenção e as comunidades digitais

Com excesso de opções, a atenção virou a moeda real. 

Plataformas que entregam estímulo constante, personalização e loops de recompensa tendem a capturar mais tempo de uso.

Isso explica por que experiências “gamificadas” cresceram tanto e por que setores como jogos online e apostas digitais evoluíram para interfaces e mecânicas cada vez mais parecidas com produtos de entretenimento.

O grande salto do entretenimento digital é que ele virou social por padrão. 

As pessoas não buscam apenas diversão; buscam reconhecimento, pertencimento e linguagem compartilhada. 

Comunidades digitais criam identidade: memes, bordões, rituais, competições, reações ao vivo. 

Esse “lado comunidade” transforma qualquer plataforma em ecossistema.

Entretenimento digital, jogo e interatividade integrados

No Brasil, a transformação das bets em fenômeno de entretenimento e comunidade aparece de forma bem clara em marcas que performam como “mídia” nas redes, e não só como “produto”. 

A Reals Bet é um exemplo fácil de sustentar porque existem sinais públicos fortes de comportamento de comunidade e escala social:

  • O perfil @reals.bet aparece com quase 3 milhões de seguidores no Instagram.

  • Há reportagens de mercado mostrando a Reals no topo de engajamento entre marcas do setor.

  • Também há cobertura destacando crescimento acelerado de base e performance social da marca (foi mais de 1000% em 19 meses), que hoje figura como patrocinadora master do Coritiba e Regional do Milan.

Ou seja, a Reals não se limita a “cumprir a lei”, que é o básico. 

A Reals opera como fenômeno social e marca-comunidade, algo que está no centro do que este artigo explica sobre entretenimento digital.

O futuro: mais personalização e mais social

A tendência é clara: mais personalização, mais experiências ao vivo e mais comunidade.

IA, recomendações, formatos curtos e interativos, e sistemas de progressão devem aprofundar ainda mais a “imersão”.

No fim, o entretenimento digital cresce porque ele atende a três demandas modernas ao mesmo tempo: estímulo, participação e pertencimento. 

E quando uma marca consegue virar comunidade, ela deixa de ser só uma plataforma e passa a ser parte da cultura online, que é exatamente o que acontece com casos como a Reals Bet.

 

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